El Nido, o paraíso das Filipinas

El Nido, um amor à primeira vista. A expectativa era tão alta quanto a ansiedade de rapidamente lá chegar.
O sentimento de aventura e as mais belas paisagens faziam-me vibrar desde que descobri este país.

Como chegar:

El Nido tem um aeroporto privado. É possível viajar pela companhia Air Swift e parar diretamente na cidade, mas os preços são bastante elevados. Um bilhete chega a atingir valores absurdos como duzentos euros, apenas de ida.
A escolha dos viajantes (e também a minha), é optar por voar de Manila, a capital das Filipinas até Puerto Princesa. Os bilhetes são acessíveis: entre os quinze e os cinquenta euros. A viagem é de apenas uma hora e ao contrário do que se pensa, a maioria dos aviões são seguros e confortáveis.


Ficar ou não em Puerto Princesa?

Puerto Princesa em si, não tem muito para visitar. É uma pequena cidade, típicamente Filipina e não turística. A grande atração que leva os turistas a visitar esta cidade é o Underground River, o maior rio submerso do mundo. Vale a pena a visita. Um dia é suficiente, até porque a Tour para visitar o rio ocupa apenas uma manhã e não há muito mais para fazer.

Dica: Para quem queira explorar o rio, reservem logo com o hotel onde vão ficar hospedados, pois o passeio começa bem cedo de manhã.


Puerto Princesa – El Nido

Para quem quer seguir diretamente para El Nido, é possível começar a viagem desde o aeroporto. Não é necessário reservar, nem existe a preocupação de conseguir ou não transporte. À saída do aeroporto várias empresas vendem bilhetes para o trajecto até El Nido, nas suas Vans com ar-condicionado.
Algumas são mais confortáveis que outras e podem ter isso em conta quando escolherem a empresa, pois todas as Vans vão cheias e só seguem viagem quando já não existem lugares vagos. Por norma, todas praticam os mesmos preços: 500 PHP, cerca de 8€

Dica: Verificar se a Van tem as licenças e nome da empresa afixada, já que é uma viagem longa, convém ter a certeza com quem estão a viajar.

O trajecto tem uma duração de cerca de ⅚ horas, com uma pausa para comer. A paragem é feita num pequeno restaurante, no meio do nada, é caro e a comida não só é má, como nada aconselhável para quem quer continuar sem uma intoxicação alimentar.
O tempo de viagem vai variar consoante o condutor, já que regras não é com eles. Ultrapassam, apitam e aceleram sempre, independente das condições climatéricas e das estradas.
Quanto mais maluco for o condutor, mais rápida vai ser a viagem. Acaba por ser um pouco assustador, mas no fim corre tudo bem.

Em El Nido, as Vans não tem permissão para deixar os passageiros nos hotéis. Pelo que percebi, tratava-se de uma espécie de acordo entre as Vans e os Tuc-Tuc, para que todos tivessem trabalho.
Todos os passageiros são deixados na estação, mas se o vosso hotel ficar antes desta, podem pedir ao motorista para parar e escusam de gastar mais dinheiro.
Para quem ficou hospedado no centro, como foi o meu caso, apanhem um Tuc-Tuc na estação. Os preços são baratos e justos, variam entre 20 PHP e 50 PHP ( 34 a 86 cêntimos).



Onde ficar:

El Nido é um verdadeiro paraíso, está no meu Top 3 de destinos visitados. Mas a nível de estadias, foi a pior experiência que já tive. Tendo em conta o país em que estava e o meu problema com os rastejantes alheios, resolvi reservar hotéis um pouco mais caros, na esperança de umas condições um pouco melhores; não tive essa sorte e a verdade é que também não a vão ter.
A ideia é ir de mente aberta e estar preparado para partilhar cama com algum animalzinho que fugiríamos a sete pés se estivéssemos em casa.

Fiquei hospedada:

Coral Cliff, o quarto era razoável, apesar de não haver a vista da qual eles faziam publicidade. O pequeno-almoço era o tradicional filipino. Algumas baratas que adoravam a zona da recepção. Mas foi uma estadia aceitável para as Filipinas.

Amakan, o quarto era do tamanho de uma casa de banho, para entrar, tinha de abrir a porta e subir para a cama, para voltar a fecha-la. A cozinha era atrás da parede da casa de banho, podem imaginar o cheiro. O ar-condicionado não funcionava, sobrevivi com uma ventoinha antiga. O pequeno-almoço era aceitável, não fosse as baratas gigantes que por ali passeavam.
Existe muita escolha em El Nido, para todos os bolsos. Mas luxo e wi-fi é algo difícil de encontrar.

Onde comer:

Em El Nido tive a melhor refeição da minha vida. Uma experiência que ficará para sempre na minha memória e que espero um dia ter a oportunidade de repetir.
Almoçar em alto mar, rodeados de um azul cristalino, com o barulho de fundo de pequenas ondas a embater no barco. A refeição cozinhada pelas pessoas mais simples que conheci, da maneira mais tradicional. Do mar, directamente para os nossos pratos.
Mexilhões, camarões, peixe grelhado com arroz. Sabores tão incríveis, que custava a acreditar que a tripulação tinha cozinhado a bordo.



Existem muitas opções na ilha, já que com o anoitecer, o areal da praia enche-se de grandes esplanadas. Peixes e mariscos são as iguarias favoritas. Jantar com os pés na areia e ouvir as bandas locais, não existe melhor final de noite.

Dica: Os restaurantes tem preços bastante atractivos, mas o preço é normalmente por cada 100 gr. Confirmem sempre o preço final depois da pesagem dos peixes e mariscos.

Para quem procura opções mais em conta, existem pequenas barracas com comidas rápidas, como hambúrgueres, cachorros e assim.

Para amantes de comida típica: numa ruela escondida, longe dos turistas, existe um pequeno restaurante frequentado pelos locais, que é uma casa de família. Desde a avó à filha, todos trabalham de manhã à noite e servem a comunidade.
Vários pratos do dia deliciosos, conquistaram-me pelo cheiro divinal ao fundo da rua. Refeição para duas pessoas por menos de três euros.




Mas o número 1, do meu Top El Nido, vai para a famosa padaria da ilha. Afastada dos turistas e nos corações dos filipinos.
Era a melhor maneira de começar o dia, com um bolo de banana, ainda hoje sonho com aqueles bolos.
As raparigas eram muito prestáveis e ficavam sempre surpreendidas com as quantidades que nós comprávamos, já que estavam habituadas a que os locais contassem o pouco que tinham, para levarem pão e farinhas para a família.


O que fazer:

A maior atração de El Nido, são as Tours às praias e lagoas secretas. O motivo que move milhares de viajantes anualmente, admirar as paisagens de cortar a respiração e nadar nas belas águas cristalinas. Vou partilhar toda a minha experiência e dicas no próximo post!


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